Golpe do Pix acima de R$ 50 Mil? Não aceite o prejuízo como um 'azar'.
Recupere seu patrimônio com quem domina os bastidores da segurança bancária.
Muitas pessoas acreditam que o dinheiro está perdido.
No entanto, os bancos têm a obrigação de possuir motores antifraude eficientes. Se o banco permitiu uma transação atípica ou falhou no bloqueio, ele deve te indenizar
Golpe do Falso Advogado
Como o golpista sabia que você tinha um processo? Se criminosos entraram em contato oferecendo a liberação de valores judiciais, houve um vazamento de dados sigilosos que deveriam estar protegidos. Além disso, o banco falhou ao não bloquear uma transação de alto valor para um destinatário desconhecido. Nós utilizamos a tecnologia para provar que o 'Motor Antifraude' da instituição dormiu no posto.
Boleto Falso de Quitação
Você tentou quitar seu financiamento e descobriu que o boleto era falso? Isso só foi possível porque seus dados bancários e sua intenção de pagamento vazaram. Segundo o STJ (REsp 2.077.278/SP), o banco responde pelo tratamento inadequado desses dados. O sistema de cobrança deve ser íntegro; se ele permitiu a fraude, o banco deve garantir a quitação do seu contrato.
Falsa Central de Atendimento
A ligação parecia vir do número oficial do banco? Isso é Spoofing. Se a instituição permitiu transações sequenciadas que fogem totalmente do seu perfil habitual, ela violou o Dever de Segurança (Resolução BCB nº 1/2020). O banco tem a obrigação de suspender transferências suspeitas por até 60 minutos para análise; se não o fez, ele é o responsável pelo seu prejuízo.
Empréstimo Não Solicitado + "Falsa Devolução"
O banco te empurrou uma dívida que você não quis e depois deixou o dinheiro sair via Pix para um estelionatário? Isso viola a Política de Crédito Responsável. Você não deve pagar por um erro do sistema de autenticação do banco.
Invasão de Dispositivo
Seu dinheiro sumiu sem que você sequer tocasse no celular? Invasões de conta por hackers são consideradas Fortuito Interno. Segundo a Súmula 479 do STJ, o banco responde objetivamente por fraudes praticadas por terceiros no âmbito das operações bancárias. O risco da atividade digital é da instituição, não seu. Nós lutamos pela restituição integral e danos morais pela invasão da sua privacidade financeira.
WhatsApp com Perfil Falso
O golpe do 'parente pedindo dinheiro' só existe porque um banco permitiu que um criminoso abrisse uma 'Conta Laranja' sem as verificações de segurança obrigatórias (Circular 3.978/20). O banco recebedor é solidariamente responsável por abrigar contas usadas para o crime. Se o banco não seguiu a política de 'Conheça seu Cliente', ele deve pagar pela falha que permitiu o golpe.
Analisamos casos como o seu todos os dias e sabemos exatamente o que fazer para proteger seu patrimônio.
Quem Somos
Maurício Argôlo Advogado - OAB 78626/BA
Especialistas na Advocacia Bancária de Vanguarda, o escritório Maurício Argolo Advocacia nasceu com um propósito claro: garantir que o consumidor não pague pela negligência dos sistemas bancários.
Adotamos uma abordagem que foge do óbvio e das petições automáticas. Através de uma Metodologia Jurídica Estratégica, confrontamos as instituições financeiras com provas técnicas robustas, forçando o cumprimento do Dever de Segurança e da política de ‘Conheça seu Cliente’ (KYC).
Não buscamos apenas processos; buscamos a recuperação do seu patrimônio e do seu tempo vital.
Nós somos sua melhor opção!
Saiba por que o escritório Maurício Argôlo Advocacia e Consultoria Jurídica é a sua melhor escolha quando se trata de golpes e fraudes
Expertise técnica
Somos especialistas na defesa de consumidores contra fraudes e abusos financeiros, garantindo seus direitos com segurança e justiça em suas transações bancárias.
Acreditamos em você
Temos um atendimento humanizado e diferenciado. Entendemos que você foi enganado(a) e por isso iremos conduzir o seu processo com responsabilidade buscando o êxito da causa.
Atendimento digital a nível Nacional
Com atuação em todo o Brasil, nosso escritório oferece suporte jurídico completo e eficiente, atendendo clientes de qualquer região com excelência.
Tecnologia avançada
Inovação e acessibilidade em foco: nosso escritório utiliza soluções jurídicas digitais para oferecer praticidade, eficiência e agilidade nos processos e no atendimento aos clientes.
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Depoimentos de clientes
Somos referência em qualidade no atendimento e trabalho técnico.
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Simone Batista
Ivonete Rocha
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Joice Blume
Maila Soberana
Adilson Jesus Cruz
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Não exite em agir o quanto antes, nossa Equipe especializada pode te ajudar a recuperar o seu valor perdido!
Perguntas frequentes
Tire suas principais dúvidas sobre o Golpe e saiba como se prevenir
O dinheiro foi transferido para um banco digital (Fintech). Eles também respondem?
Sim, e esta é uma estratégia poderosa. O banco que recebeu o dinheiro (muitas vezes uma Fintech com processos de abertura de conta facilitados) é responsável por permitir a existência de “Contas Laranja”. Segundo a Circular 3.978/2020 e a Resolução BCB nº 96/2021, o banco recebedor falhou na política ‘Conheça seu Cliente’ (KYC). Se o criminoso conseguiu abrir uma conta para receber o seu dinheiro sem uma verificação rigorosa, esse banco responde de forma solidária pelo seu prejuízo.
O banco alega que meu celular estava ‘vulnerável’ ou com vírus. Isso tira a culpa deles?
Não. A justiça aplica a Súmula 479 do STJ, que define fraudes cometidas por terceiros como ‘Fortuito Interno’. Isso significa que o risco da tecnologia e das invasões digitais faz parte do lucro do banco; logo, o prejuízo não pode ser repassado ao consumidor. Se o “Motor Antifraude” do banco permitiu que um vírus ou invasor limpasse sua conta, a falha foi no dever de vigilância da instituição financeira, que deve responder objetivamente pelo dano.
Apaguei as conversas com o golpista por medo ou vergonha. Ainda consigo processar?
Sim. Embora os prints ajudem, a base da nossa estratégia é a Inversão do Ônus da Prova (Art. 6º, VIII do CDC). O banco detém os “Logs de Acesso” e o histórico técnico da transação. Segundo as fontes, a instituição tem a obrigação legal de documentar a segurança da operação. Se o banco não provar tecnicamente que o seu sistema foi imune a falhas e que a transação foi típica, ele será condenado. Além disso, orientamos o uso de ferramentas de prova digital (como a Verifact) para recuperar a validade jurídica de evidências que você ainda possua.
Perdi o prazo de 80 dias do MED. O dinheiro está perdido para sempre?
De forma alguma. O prazo de 80 dias é apenas para o procedimento administrativo (MED) dentro do aplicativo do banco. Para buscar a justiça, o seu direito à reparação de danos materiais e morais segue a regra geral de até 5 anos. Mesmo que o banco diga que o “prazo expirou”, nós utilizamos a Teoria da Perda de uma Chance para provar que a omissão do banco em rastrear o dinheiro no início da fraude gerou o dever de ele te indenizar com recursos próprios.
Existe um prazo limite para entrar com a ação?
Embora o prazo judicial seja maior, você tem apenas 80 dias para que a reclamação administrativa do MED seja feita corretamente. Quanto mais rápido iniciarmos a ação judicial, maiores as chances de liminares para impedir a negativação do seu nome ou suspender cobranças de empréstimos feitos durante a fraude.
Tentei resolver pelo SAC e o banco disse que ‘não houve falha de segurança’. Isso encerra o caso?
De forma alguma. Os bancos raramente admitem o erro administrativamente. Na justiça, exigimos a exibição dos “Logs de Acesso” e do “Dossiê de Segurança” (conforme o Manual do DICT). O banco terá que provar tecnicamente que o sistema dele foi infalível, o que quase nunca conseguem fazer.
Eu mesmo digitei a senha sob indução do golpista. Ainda assim o banco responde?
Com certeza. O banco não deve apenas conferir a senha, mas sim a atipicidade da operação. Segundo as normas do Banco Central, transações de valores altos, em horários fora do comum ou para novos destinatários, devem ser retidas para análise por até 60 minutos. Se o banco autorizou sem questionar, ele falhou na vigilância.
O banco que recebeu o dinheiro (banco do golpista) também pode ser processado?
Sim, e esta é uma das nossas principais teses. O banco recebedor é responsável por permitir a abertura de “contas laranja” sem os padrões de segurança exigidos pela Resolução BCB nº 96/2021 e pela política “Conheça seu Cliente” (Circular 3.978/20). Eles respondem solidariamente pelo prejuízo.
O banco alega que foi ‘engenharia social’ e que a culpa é minha. O que a justiça diz?
A justiça entende que o estelionato eletrônico é um “Fortuito Interno”. Isso significa que o risco de o sistema ser usado para crimes faz parte do negócio do banco. Ele lucra com a agilidade do Pix e, portanto, deve arcar com os prejuízos quando o sistema de segurança se mostra vulnerável.
Fizeram um empréstimo na minha conta e transferiram o valor via Pix. O que fazer?
Este é um caso de falha de segurança duplicada. O banco errou ao liberar um crédito atípico sem sua vontade real e errou novamente ao permitir a saída imediata desse valor. Lutamos pela anulação do empréstimo (você não paga as parcelas) e pela restituição de eventuais valores já descontados.
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